O vento vai trazer.
Oi, meu nome é Naryman Muniz, 17 anos, signo de leão, ciumenta com todos meus amigos, meu unico eterno amor é Deus, ninguem consegue me definir com poucas palavras, sou apaixonada, enrolada, chata e de tudo um pouco, enfim aqui eu deixo meus sentimentos, é aqui que demosntro um pouco de mim.
    Não quero que você vá embora. Fica comigo, só por hoje, só para sempre. Topa?
Together, remember? (via guri-romantico)
    Tenho ciúme de conversas que acontecem seu eu saber. Tenho ciúme de ex, de amiga, de tudo. Tenho ciúme de mensagens das amigas distantes, do passado, de coisas que aconteceram. Tenho ciúme mesmo sabendo que eu apareci depois, que te conheço a menos tempo, que sei menos sobre ti do que elas. Tenho ciúme e admito, mas não na sua frente, não no momento que estou sentindo. Fico quieta e aguento assim, enquanto meus pensamentos ficam criando paranoias gigantescas sobre o que tu sente por elas. É complicado ser a que veio depois, ser namorada, mas não se sentir tão amiga. Ou ser amiga e não se sentir uma namorada. Tem sempre um ciúme bobo, um silêncio que me corta a garganta, o choro reprimido, a vontade de gritar. Tem sempre a vontade de dizer “se tu chegar perto dele eu te corto em pedaços”, porém tem sempre aquela maldita voz mentindo (ou não) em meu ouvido: “elas são mais importantes”. Queria poder te trancar num quarto, colocar alguma coisa que proíba qualquer outra guria que não seja eu a chegar perto. Queria te privar de qualquer conversa, mensagem, sei lá. Queria te ter só pra mim, mesmo que isso pareça possessivo. Se for pra te manter perto e não te perder, serei possessiva mesmo! Nem que seja só nos meus pensamentos.
Engolir e aguentar quieta, é isso. Ciúme, eu não gosto nenhum pouco de ti. (via liberar-se)